1 - O que é avaliação Institucional?
R: A Avaliação Institucional compreende duas modalidades:

  • Autoavaliação –processo em que a instituição produz conhecimento sobre si.
  • Avaliação externa – processo em que a instituição é avaliada por agentes externos.

 

2 - Qual é o papel da Comissão Própria de Avaliação da UnB?
R: A CPA, conforme instituído pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), deve conduzir os processos de avaliação interna da instituição, traçando diretrizes e estabelecendo meios de sistematizar e coletar informações que dêem subsídios para que a instituição promova melhorias em todos os seus processos. A CAI deve contribuir com o processo de avaliação institucional, que compreende a avaliação externa e interna. Deve ainda buscar retratar o que está ocorrendo na instituição e gerar informações que contribuam com o planejamento.

 

3 - Qual a relação entre a Comissão Própria de Avaliação(CPA) e a Diretoria de Avaliação e Informações Gerenciais (DAI)?
R: A DAI deve prover apoio administrativo à CPA no processo de avaliação institucional.

4 - Quais as áreas e atividades são contempladas pela autoavaliação?
R: A Lei N° 10.861, de 14 de Abril de 2004, que Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), contempla 10 dimensões, as quais abrangem diversas áreas da instituição, abaixo listadas:

  1. a missão e o plano de desenvolvimento institucional;
  2. a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
  3. a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural;
  4. a comunicação com a sociedade;
  5. as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho;
  6. organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios;
  7. infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação;
  8. planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional;
  9. políticas de atendimento aos estudantes;
  10. sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior. 

 

5 - Como os recursos orçamentários são distribuídos entre as unidades acadêmicas na UnB?
R: Para a distribuição dos recursos orçamentários de custeio e capital, a UnB utiliza um modelo de partição interna denominado Matriz de Alocação de Recursos. O objetivo da Matriz é mensurar o desempenho das unidades por meio de oito variáveis:

  1. Professor Equivalente;
  2. Professor – Titulação;
  3. Produto Aluno-Crédito;
  4. Laboratório de Graduação/Porte;
  5. Laboratório de Graduação/Oferta;
  6. Pós-Graduação (Conceito CAPES e Produtividade);
  7. Bolsas Acadêmicas para alunos de Graduação;
  8. Atividades de Extensão. Após atribuição de pesos a cada variável pela aplicação do Modelo, determina-se o percentual de recursos a serem alocados para cada unidade.

 

6 - Quais são os Indicadores de Gestão solicitados pelo Tribunal de Contas da União à UnB?
R: A Decisão TCU nº 408/2002-Plenário determinou que as IFES incluíssem em seu relatório de gestão um conjunto de indicadores que permitisse a avaliação de desempenho operacional da instituição pelo Tribunal. A finalidade dessa inclusão foi construir uma série histórica de indicadores que permitisse acompanhar a evolução de aspectos importantes do desempenho de todas as IFES. São definidos 24 indicadores primários que são agrupados em nove:

  1. Custo Corrente/Aluno Equivalente;
  2. Aluno Tempo Integral/Professor;
  3. Aluno Tempo Integral/Funcionário;
  4. Funcionário/Professor;
  5. Grau de Participação Estudantil (GPE);
  6. Grau de Envolvimento com Pós-Graduação (GEPG);
  7. Conceito CAPES/MEC para a Pós-Graduação;
  8. Índice de Qualificação do Corpo Docente (IQCD); e
  9. Taxa de Sucesso na Graduação (TSG).

 

7 - Como a UnB participa do Censo da Educação Superior?
R: A CIGDPO, anualmente, organiza e envia os dados da UnB por meio de plataforma específica, a partir de um trabalho conjunto com o Decanato de Graduação, a Secretaria de Assuntos Acadêmicos e o Centro de Informática. Os dados são enviados ao INEP, que faz a validação e a consolidação. Uma vez concluído o processo, os dados são considerados oficiais.

8 - Quais são os instrumentos utilizados pela UnB para divulgação de seus dados estatísticos?
R: Anuários estatístico - Publicação anual que congrega informações da UnB, por meio de tabelas e gráficos, incluindo algumas séries históricas, a respeito de ensino de graduação e pós-graduação, da pesquisa e da extensão, das atividades comunitárias, do quadro de servidores docentes e técnicos, além de informações das diversas áreas da Universidade. O Anuário refere-se ao ano anterior à publicação, sendo sua elaboração caracterizada pelo empenho de toda a comunidade universitária.
Folder UnB em Números – Publicação em formato resumido das princpiais informações da UnB, por meio de tabelas e gráficos, referentes a ensino, pesquisa, extensão, atividades comunitárias e aspectos administrativos. Apresenta dados do ano anterior ao lançamento.